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Mudança

João Carlos de Figueiredo Ferraz presidirá Bienal de São Paulo

Publicado em 14/12/2016 , às 14 h42

Estadão Conteúdo

João Carlos de Figueiredo Ferraz é colecionador e empresário / Foto: Divulgação

João Carlos de Figueiredo Ferraz é colecionador e empresário Foto: Divulgação

O empresário João Carlos de Figueiredo Ferraz é o novo presidente da Fundação Bienal de São Paulo, eleito por decisão unânime do Conselho da Fundação numa reunião na terça-feira, 13. Seu mandato, que se inicia em 1º de janeiro de 2017, tem duração de dois anos, renováveis por mais dois.

Economista, Figueiredo Ferraz integra o conselho de instituições como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), o Museum of Modern Art's Latin American and Caribbean Fund (LACF MOMA), o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Museu Brasileiro de Escultura (MUBE). É membro do Conselho da Fundação Bienal desde junho de 2014. Ele também é o fundador e presidente do Instituto Figueiredo Ferraz.

Além do novo presidente, o Conselho elegeu a diretoria-executiva da Bienal, composta pelo gestor Eduardo Saron, pela administradora Flávia Buarque de Almeida, pelo publicitário João Livi, pelo empresário Justo Werlang, pela economista Lidia Goldenstein, pela advogada Renata Mei Hsu Guimarães, pelo engenheiro Ricardo Brito Santos Pereira e pelo economista Rodrigo Bresser Pereira.

Continuidade

De acordo com o novo presidente, em um comunicado divulgado nesta quarta, 14, seu objetivo será dar continuidade aos processos de renovação institucional empreendidos pela gestão de Luis Terepins, investindo na melhoria dos instrumentos de planejamento e gestão, na autonomia financeira e na modernização do arquivo histórico Wanda Svevo. "A Bienal é hoje um espaço ímpar para a pesquisa, o debate e a produção de conteúdos relacionados às artes visuais."

Encerrada no último domingo, 11, a 32ª edição da Bienal recebeu mais de 900 mil pessoas em três meses, maior visitação da última década. Em 2017, por meio do Programa de Itinerâncias, recortes da mostra passarão por pelo menos 12 cidades brasileiras, e também Colômbia e Portugal.

A Fundação Bienal organiza também a participação brasileira na 57ª Bienal Internacional de Arte de Veneza, em parceria com o Ministério da Cultura e o Ministério das Relações Exteriores.

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