
Carol Rossetti encontrou no desenho uma maneira de combater o machismo Foto: Divulgação
Ter seios grandes ou pequenos, não ser mãe ou parir por vias naturais, usar tatuagens ou cabelos curtos, ser magra ou gorda, fiel ou ter sexo casual, exibir as celulites ou cicatrizes, vestir roupa curta ou um hijab, gostar de homens, de mulheres, de ambos ou de nenhum. Essas são algumas questões abordadas pela designer e ilustradora mineira Carol Rossetti, assumidamente feminista, que encontrou no desenho a maneira de combater o machismo de forma leve, criativa e, sobretudo, séria.
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Com a proposta de deixar a vida feminina mais livre, segura e feliz, Carol Rossetti criou no início de abril deste ano uma comunidade no Facebook. O grupo já conta com mais de 111 mil curtidores. Entre os comentários, internautas falam sobre suas experiências ou sugerem novas postagens.
Na ilustração sobre o tamanho do seio, uma jovem postou: "respeitem quando eu digo que vou diminuir os meus [seios] e parem de tratar isso como falsa modéstia". É Carol Rossetti libertando as amarras machistas e estereotipadas.
Além de questões feministas, a ilustradora aborda outros temas transversais como racismo, preconceito religioso, questões LGBT e discriminação com pessoas deficientes. Alguns textos das ilustrações são traduzidos para o inglês, espanhol, francês e outras línguas.
O trabalho de Carol pode ser acompanhado apenas no:
- Facebook: facebook.com/carolrossettidesign
- Tumblr: carolrossettidesign.tumblr.com
- Instagram: instagram.com/carolrossetti88
Veja algumas das ilustrações e seja mais um(a) a defender a liberdade da mulher: